Gestão & Vinho: Venda de vinhos brasileiros no 1º trimestre do ano segue tendência de alta


Segundo o instituto Brasileiro de vinho (IBRAVIN), O primeiro trimestre do ano terminou com acréscimo de 1,3% na comercialização de vinhos no Brasil, o melhor resultado desde 2006. Resultados foram divulgados pelo presidente do Conselho Deliberativo do Ibravin, Júlio Fante, na Expovinis 2010, em São Paulo.


Os brasileiros abriram a cabeça para o vinho nacional. Um ano depois de lançar a campanha “Abra e se abra, abra a cabeça, abra um vinho do Brasil” para reposicionar o vinho brasileiro no mercado interno, o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) comemora a conquista de mais espaço no consumo nacional. Após fechar 2009 com um crescimento de 12% na comercialização de vinhos produzidos no Rio Grande do Sul – responsável por cerca de 90% da produção nacional – o Ibravin festeja a continuidade desta tendência de alta. O primeiro trimestre do ano terminou com acréscimo de 1,3% na comercialização de vinhos no Brasil, o melhor resultado desde 2006. Segundo levantamento divulgado nesta quarta-feira (28), na Expovinis, em São Paulo, foram vendidos 42,5 milhões de litros de vinhos finos e de mesa nos primeiros três meses de 2010, ante 42 milhões de litros colocados no mesmo período do ano passado.

O incremento nas vendas de vinhos finos (de uvas vitis vinífera) foi ainda melhor no primeiro trimestre – de 17,8% – com a colocação de 2,32 milhões de litros, o maior volume desde 2007, que teve a venda de 3,13 milhões de litros. “O mercado de vinhos finos cresceu no mínimo 26,6% no Brasil, se computarmos a inclusão das vinícolas produtoras de Santa Catarina e do Vale do São Francisco”, afirmou o presidente do Conselho Deliberativo do Instituto, Júlio Fante.

Os resultados são expressivos, visto que 2009 representou uma virada positiva para o setor vitivinícola brasileiro. “Manter o ritmo de crescimento em cima de um ano positivo para o setor é uma grande vitória”, disse. Além da campanha institucional promovida pelo Ibravin e da participação em feiras e eventos, Fante atribui esta recente valorização do vinho brasileiro ao trabalho de qualificação das vinícolas e ao investimento comercial mais agressivo junto ao mercado.

Espumantes têm alta histórica

O levantamento do Ibravin ainda mostra um aumento 44% na venda de vinhos espumantes produzidos no Rio Grande do Sul no 1º trimestre do ano. É o melhor resultado da história. “Os espumantes superaram as expectativas, pois geralmente o primeiro trimestre era fraco devido a sobras do final de ano nos mercados. Desta vez, pela primeira vez nos últimos anos, os consumidores zeraram os estoques obrigando as empresas a reporem os produtos”, comentou Fante. “O acréscimo nas vendas alcançou 84% em relação à média dos últimos cinco anos”.

O presidente do Ibravin destacou que, no geral (reunindo a comercialização de vinhos, espumantes e suco de uva), a indústria vinícola gaúcha fechou o 1º trimestre com resultado 8% superior ao ano passado. No ano passado, a colocação de vinhos espumantes elaborados no RS aumentou 18,25% em 2009, na comparação com 2008.

Suco

O suco de uva integral/natural pronto para beber também teve alta de 35,68% nos três primeiros meses de 2010. O ano passado terminou com um acréscimo de 39,4% na venda de suco de uva natural (com 100% da fruta). Os números apurados pelo Ibravin têm base no Cadastro Vinícola, mantido em parceria com a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Pesca e Agronegócio (Seappa) e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). As informações não abrangem o restante do País em razão de outros estados brasileiros não implantarem o Cadastro Vinícola.

Perguntas chave sobre CRM.



Administração de relações com clientes, o termo de CRM (Customer Relationship Management) sempre volta a ser uma palavra da moda. Escuta-se muito em reuniões, publicações de negócios e em muitos meios de comunicação relacionados a melhoria empresarial. Embora exista uma grande porcentagem de pessoas que escutem o termo, na realidade muitas delas não sabem o que significa e qual sua verdadeira aplicação e benefícios tangíveis para as organizações.

Por isto e outras razões, muitas vezes escrevo artigos sobre o conceito de CRM para expor de forma clara o que é e para que serve.

Em trabalhos de consultoria acabo desenvolvendo uma seqüencia de perguntas para desenvolver o assunto e explicar como essa estratégia de negócios e as suas técnicas\ferramentas podem gerar benefícios em seus negócios.

Sobre isto podemos questionar a empresa com alguns questionamentos, como:

1 – O que é exatamente CRM?

2 – O CRM pode ser aplicável em minha empresa?

3 – Estou preparado para utilizar a estratégia de CRM?

4 – Por onde começo uma iniciativa de CRM?

5 – Que faço se a empresa não está preparada?

6 – Como podemos customizar o CRM a nossa empresa?

Com uma apresentação destes tópicos, trata-se de responder a estas perguntas e ajuda a compreender como obter proveito para a organização do CRM.

Cada empresa exige uma customização na medida certa sobre o CRM, não é somente uma tecnologia ou um software que se compra, instala e acredita que isto trará clientes satisfeitos e fiéis, os quais não compram nada da concorrência. CRM é uma estratégia de negócio que requer ser compreendida e aplicada de forma precisa em cada cliente.

Você tem clientes ou fãs?

Você tem Clientes ou Fãs?

Muitas equipes esportivas compreendem que a gestão de marketing é um fator crítico de sucesso.

Uma equipe pode compreender seu fã e com base em informações sobre ele pode inspirar mais do que o apoio, criando a fidelidade do cliente que pode transformar fãs em defensores de marca.

Ken Blanchard criou o termo "fãs delirantes" para se referir aos clientes que se impressionam tanto por uma empresa, que contam a todo mundo sobre ela.

Os times de esporte rotineiramente inspiram esse tipo de resposta de seus fãs, sendo este um fato que as empresas também podem trabalhar.

Em alguns casos como na empresa Apple, é difícil separar a percepção que se tem da empresa, de sua comunidade de fãs e sua paixão por ela.

Como as empresas podem construir esse tipo de relacionamento?

A chave é entender as necessidades dos clientes, e como a empresa pode atendê-las. Construir experiências que reflitam essa necessidade compartilhada fornece um foco para o marketing, e reforça por que uma empresa tem clientes em primeiro lugar.






Fonte: Peppers & Rogers (adaptado)