Lucro Puro - Um bom caso de empresa!


Marcos Leta deixou a carreira no mercado financeiro para abrir a Do Bem, primeira a industrializar sucos 100% naturais, sem adição de água, açúcar ou conservantes

Por Fernanda Tambelini


Marcos Leta, da Do Bem, do Rio de Janeiro


Hoje em dia, o empresário Marcos Leta, 26 anos, só usa gravata para decorar a sala do seu escritório, no Rio. Devidamente emoldurada, a peça é um lembrete dos tempos em que ele atuava no mercado financeiro. Tempos que ficaram para trás, antes que o ex-administrador de empresas tivesse uma ideia inovadora e fundasse a Do Bem, fabricante de sucos sem aditivos.


'Como chegava do trabalho muito tarde, parava para jantar em uma casa de sucos no Leblon. Foi ali que comecei a me questionar se seria possível pôr somente frutas frescas nas caixinhas de suco. Em 2006, saí do mercado financeiro para transformar minha ideia em realidade. Visitei produtores rurais pelo Brasil e viajei para diversos países, para conhecer as tecnologias disponíveis na indústria de bebidas. Em 2007, abri as portas da Do Bem. O maior diferencial da minha empresa, de 30 funcionários, é o uso exclusivo de frutas frescas, sem água, açúcar, conservantes, corantes, aromas, sucos concentrados ou polpas congeladas. Escolhemos as melhores matérias-primas e fazemos um blend de safras para chegar a um padrão de sabor. Por isso, nossa caixinha de 1.000 ml custa 30% a mais que as marcas líderes do mercado. Começamos a vender em embalagens Tetra Pak em dezembro do ano passado. Hoje, já produzimos cerca de 100 mil litros por mês. Em 2009, vamos chegar a 800 mil litros mensais e expandir nossa atuação para São Paulo, Minas Gerais e o Sul do país. Espero faturar oito vezes mais em 2009, além de recuperar o que investi em quatro anos.'

Fonte: PEGN

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Brasil é um dos países com maior espaço para crescimento do comércio eletrônico


Mais de 70% dos brasileiros usam sites especializados em comparar preços de mercadorias na internet
Por Elisa Campos


Ainda incipiente no Brasil, o comércio eletrônico promete crescimento acelerado para os próximos anos. Atualmente, apenas cerca de 2% dos consumidores brasileiros fazem compras em canais que não as lojas tradicionais. A pequena participação do e-commerce (internet, celular e TV interativa) no mercado contrasta com seu potencial. “O Brasil é o país com maior a propensão a absorver os canais digitais”, afirma Luiz Góes, sócio-sênior da consultoria especializada em varejo Gouvêa de Souza. A conclusão faz parte de uma pesquisa realizada pela empresa neste ano, com 6 mil entrevistados em 11 países (Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Portugal, Reino Unido e Romênia).

O estudo apontou que, ao contrário dos demais pesquisados, no Brasil, o principal motivo apontado para não comprar pela internet é a insegurança em passar dados bancários ou de cartão de crédito pela internet, o que é contornável, enquanto nos outros países é o gosto por ver, tocar e sentir o produto antes de levá-lo para casa.

Os brasileiros também parecem mostrar uma maior receptividade à publicidade nas mídias eletrônicas. Cerca de 40% deles (42%) disseram estar dispostos a receber propaganda pelo celular. No mundo, esse percentual cai para apenas 8%. O uso da internet é outro motivo que coloca o Brasil entre os países com maior crescimento potencial no segmento nos próximos anos. Dentre os países analisados pelo estudo, 52% dos consumidores afirmam usar sites especializados, como Mercado Livre e Buscapé, para comparar preços na internet. Aqui, quase dois terços (73%) dos internautas usam essa ferramenta na tentativa de economizar. É o terceiro maior percentual registrado pela pesquisa, atrás apenas de Austrália e Reino Unido. Ainda tem mais: 53% dos brasileiros dizem se sentir desapontados se suas lojas preferidas não vendem pela internet, enquanto 57% projetam que lojas sem website não existirão no futuro.

Mudanças à vista
“Passa a ser uma necessidade vender também na internet. O varejista tradicional precisa começar a olhar para os outros canais com carinho. O mundo vai começar a comprar de maneira diferente”. Diante dessa evolução, a relação entre os fornecedores, varejistas e consumidores irá passar por profundas mudanças. “Antes de comprar, o consumidor usa a internet para pesquisar os preços e as características. Isso deve levar à queda da rentabilidade dos varejistas”, afirma Marcos Gouvêa de Souza, diretor geral da consultoria. O novo canal exigirá muito da capacidade de negociação das empresas. Neste novo cenário, outra mudança será a crescente influência das redes sociais. O boca a boca digital deverá fazer com que a internet passe a concorrer com o marketing tradicional e a mídia de massa, forçando as empresas a reverem suas estratégias de comunicação, avalia a consultoria.

Expansão
A previsão é que todas as categorias de produtos passem pela ampliação do consumo pelo mercado eletrônico. No caso de alimentos, 28% dos que não compram hoje em dia por meios digitais dizem que passarão a fazê-lo dentro de dois anos. O mesmo ocorre para eletroeletrônicos, com 21%, beleza, com 20% e com vestuário, calçado e acessórios, com 19%. Segundo o estudo da consultoria, existe uma relação entre o PIB per capta de um país e o fortalecimento do mercado eletrônico. Quando o PIB chega a cerca de US$ 35 mil por habitante por ano, o e-commerce passa a apresentar um crescimento exponencial. Mantido o ritmo atual, o Brasil chegaria a esse patamar dentro de seis anos, duplicando o valor do PIB atual. Foi exatamente isto que o país fez nos últimos seis anos, de 2002 a 2008, quando o produto interno bruto cresceu 1,93 vezes.

Fonte: Revisa Época - Negócios

PDV - Ponto de Venda

Uma pesquisa realizada indicou que somente 15% dos consumidores tem marca e produto definido para realizar a compra, ou seja saemd e casa com a compra definida e 85% das pessoas decide a compra no ponto de venda.

Dependendo da experiência do cliente com o local, atendimento e qualidade decide se a compra é feita.

Você já deve ter passado por esta experiência de entrar em uma loja, não ser bem atendido e desistir da compra ou ser muito bem atendido e voltar a comprar na loja.

Saiba mais informações sobre como melhorar a impressão da sua loja\empresa.

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Dia 9 de setembro!



Dia 9 de setembro! Dia do Administrador.

A Ciclo Consultoria parabeniza a todos os administradores, aqueles que geram riquezas, trabalhos e dedicam suas vidas a tornar as empresas melhores e mais humanas!

Parabéns a todos os adminitradores!

Modelo de gestão

Também como as pessoas, cada empresa desenvolve sua personalidade própria, fruto de sua história, das crises pelas quais passou em sua vida, do estilo gerencial de cada líder que teve, dos objetivos dos acionistas/cotistas e assim por diante.
Todos sabemos que as empresas são organismos vivos, compostos de pessoas, que nelas misturam emoções, sentimentos, ansiedades, alegrias e quantas mais manifestações humanas.Também como as pessoas, cada empresa desenvolve sua personalidade própria, fruto de sua história, das crises pelas quais passou em sua vida, do estilo gerencial de cada líder que teve, dos objetivos dos acionistas/cotistas e assim por diante. Dizem, os estudiosos, que desse conjunto de características e episódios forma-se a “cultura organizacional”, código não escrito que estabelece o certo e o errado, os valores, a ética e assim por diante.A cultura organizacional das pequenas e médias empresas se estabelece, muito fortemente, a partir da personalidade do seu dono ou dos sócios, que a marcam indelevelmente. Nas grandes empresas a cultura “da casa” se molda mais a partir de eventos e episódios históricos do que a partir de pessoas e suas características.Qualquer que seja o porte, toda empresa terá a “sua” cultura organizacional que efetivamente comandará sucessos e insucessos, virtudes e defeitos, comportamentos aprovados e condutas incompatíveis.Os modelos de gestão eficazes ou ineficazes têm muito a ver com a cultura organizacional das empresas. Um executivo de sucesso em empresa grande que pretenda assumir uma empresa pequena ou média deverá avaliar, com muita clareza, a cultura organizacional local, para saber que estilo de liderança adotar e como conduzir sua gestão.Com muita freqüência se encontram empresas pequenas ou médias em que o modelo de gestão, aprovado pela cultura da casa, pode ser chamado de gestão por “paixões e reações”, significando que a organização informal prevalece sobre a organização formal, que as personalidades se sobrepõem à burocracia e que o padrão é estabelecido sobre termos como lealdade, dedicação e antiguidade e a liderança é relativamente feudal e paternalista.As grandes organizações por seu turno, muitas vezes adotam um modelo de gestão que se caracteriza por “objetivos e resultados”, com a organização formal privilegiada sobre a organização informal e onde organogramas, manuais, planos e programas são a estrutura básica e onde se premiam conceitos como delegação, comunicação, iniciativa e mérito medido por resultados. Nesse modelo, a liderança é, em geral, mais democrática e participativa.Não se pode, obviamente, estabelecer que “gestão por paixões e reações” é mais eficaz do a “gestão por objetivos e resultados” ou vice-versa. Lastreado quase sempre em uma história personalista do fundador ou da família, o primeiro modelo pode ser extremamente eficaz para os primeiros momentos da empresa, para sua sobrevivência inicial e até um certo ponto do seu crescimento. O grande problema, em muitos casos, é que a liderança empresarial não percebe o momento em que é preciso começar a mudar para o outro modelo e se mantém presa ao modelo anterior, sem perceber que a própria cultura da casa já sugere mudanças necessárias para enfrentar o crescimento. A pior situação é a da “grande pequena empresa”, administrada por paixões e reações quando já alcançou porte e significação mas continua sendo administrada de forma feudal e paternal.O que se recomenda ao empresário ou dirigente é que esteja muito atento para o modelo de gestão mais compatível com sua organização. Leve em conta a cultura organizacional para não tentar fazer mudanças que depois serão combatidas pela “Casa”, mas vá mudando o modelo com competência. Nenhuma empresa cresce e garante sucesso, no tempo, mantendo-se no modelo que privilegia o informal e o feudal.


Laerte Cordeiro