Falta pouco para 2010 e o que você fez?




O ano de 2009 foi excelente para você? Esta é a pergunta que fica no ar.

Conseguiu atingir as metas, fazer o que esperava, alcançar novas conquistas, novos clientes, aumentar o faturamento\lucro?

Final de ano e início são semelhantes neste ponto, muitos projetos são feitos, repensados, porém o mais importante é fazer o que se gosta e bem feito.

O que será que o ano de 2010 nos prepara? Quais as tendências, novidades, o que conseguiremos, será que conseguiremos...

Aproveite o final de ano para começar a ver seu planejamento, criar metas, rever as deste ano...o que deu certo, quais lições aprendemos com os erros, o que podemos melhorar, criar, inovar...oferecer unicamente e bem em 2010.

Invista em sua empresa e nos colaboradores, seja diferente!

ACERTE NA MOSCA EM 2010.

A Ciclo Consultoria está com você em 2010.


“As empresas só crescerão se houver um pensamento estratégico de longo prazo”.- Michael Porter

Mais de 90% dos executivos utilizam redes sociais como ferramenta de trabalho

Por Equipe InfoMoney - Mais de 90% dos executivos de média e alta gerência utilizam redes sociais tanto como ferramenta de trabalho, quanto como um meio de comunicação pessoal. É o que aponta pesquisa realizada pela empresa de recrutamento especializado Robert Half.

O estudo realizado com 375 executivos de todo o País revela que 46% dos entrevistados utilizam sites de relacionamento para fins pessoais e 44%, para fins profissionais.

A prova de que os executivos têm consciência da importância das redes sociais para a vida profissional é que 80% deles usariam a internet para procurar emprego.

Empresas

Embora as redes sociais estejam se tornando cada vez mais importante para os profissionais, as empresas em que eles trabalham não possuem perfil em sites do gênero.

A pesquisa mostra que apenas 20% das empresas em que os executivos que foram entrevistados trabalham têm cadastro em site de relacionamento.

Internet

Confira, abaixo, algumas dicas para uso da internet no trabalho, para que ela não prejudique o seu desempenho:

•Foque no seu objetivo
Encontre a melhor forma de conduzir o seu ritmo de trabalho e gerencie suas tarefas.

•Concentre-se em suas atividades
Antes de recorrer à internet, liste quais as informações necessárias, para facilitar sua busca. Concentre-se na tarefa e não se disperse.

•Use a tecnologia a seu favor

Utilize os recursos disponíveis a seu favor. A internet pode ajudar muito o seu trabalho. A informação é fundamental..

•De olho na rotina
Estabeleça uma rotina e destaque alguns horários do seu dia para os assuntos pessoais. Cabe a você respeitar as regras e, a partir delas, criar a sua rotina, dedicando-se ao trabalho e entregando-se à dispersão no momento certo.

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Estou pronto para abrir um negócio?





Estou pronto para abrir um negócio?

Responda às cinco perguntas a seguir e descubra se você está preparado para ingressar na vida de empresário
Por Carin Homonnay Petti
Chris Close

A ATIVIDADE ME DARÁ PRAZER?

Por mais lucrativa que a empreitada prometa ser, dificilmente você irá para a frente sem paixão pela atividade. “O ambiente dos negócios no Brasil é tão agressivo que quem não gosta do que faz dificilmente resiste à falta de infraestrutura e ao excesso de burocracia”, diz Marcos Hashimoto, coordenador do núcleo de empreendedorismo do Insper (ex-Ibmec São Paulo).

TENHO OS RECURSOS NECESSÁRIOS?

Sem capital inicial próprio, a nova empresa corre risco de não emplacar. “Diante dos juros altos, quem recorre logo de início a empréstimos bancários já começa com o rabo preso”, avalia Hashimoto. Ao calcular o tamanho do investimento inicial, não deixe de considerar o capital de giro. e inclua sempre na conta um pró-labore compatível com suas despesas pessoais. Você precisará de dinheiro para viver enquanto as vendas não forem suficientes para cobrir as contas pessoais.

MINHA FAMÍLIA ACEITA VIVER COM MENOS?

No começo, é comum faltar dinheiro para viagens nas férias e renovações no guarda-roupa. Sua família precisa estar disposta a apertar o cinto. Afinal, é a qualidade de vida de todos que está em jogo.

EU ENXERGO COPOS MEIO CHEIOS OU MEIO VAZIOS?
Sem generosa dose de otimismo dificilmente você será bom empreendedor. O pessimismo exagerado atrapalha a habilidade de superar obstáculos e derruba o moral de toda a equipe. O psicólogo americano Leslie Mayer, especializado em negócios, recomenda aos futuros empresários que peçam para pessoas próximas avaliarem seu comportamento nos momentos difíceis.

ESTOU PREPARADO PARA DESCENTRALIZAR DECISÕES?
Só cresce quem delega tarefas. Mas nem todos estão preparados para dividir as rédeas do negócio. “Muitos não conseguem descentralizar as decisões pela dificuldade em aceitar que os funcionários possam agir a seu próprio modo”, afirma Hashimoto.

Causas de Falências.




Falências de empresas aumentaram 51% desde o primeiro semestre de 2008.

Segundo o SEBRAE, de cada 10 pequenas empresas abertas no Brasil, apenas 2 sobrevivem até o quinto ano de vida.
Trata-se de uma mortalidade superior a 80%.

A pesadíssima carga de impostos, a falta de acesso ao crédito, os juros abusivos, as mudanças repentinas no cenário econômico e nas regras de mercado. Mas, neste caso, não se pode jogar toda a culpa na “crise”.

As pesquisas apontam que a principal causa de falências considerada é a má-gestão empresarial devido à falta de conhecimento gerencial.

3 negócios fora de crise - PEGN

Os setores de iluminação, bufês de festas e sucos apresentam bons números
Reportagem da PEGN sobre 3 setores em crescimento!

VIVER DE LUZ >>> Em um ano em que vários setores parecem se contentar com crescimento próximo de zero, o mercado de iluminação pode comemorar. A Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux) estima um aumento nos negócios de 3% a 5%. Uma das poucas franquias do ramo, a Casa Santa Ifigênia, de São Paulo, oferece dois modelos de lojas, a Compacta, entre 50 m2 e 70 m2, e a Store, a partir de 70 m2.

INVESTIMENTO INICIAL: a partir de R$ 200 mil
TAXA DE FRANQUIA: R$ 40 mil
PRAZO MÉDIO DE RETORNO: 30 a 36 meses


PARABÉNS PARA TODOS >>> Com estimativa de crescimento de até 25% na Grande São Paulo em 2009, de acordo com o Sebrae, os bufês de festa se revelam um negócio em mutação. Na análise da coordenadora do projeto Gestão da Diversão, Maísa Blumenfeld Deorato, os espaços querem atingir um público mais amplo. “Boa parte dos locais tem mirado nos adultos. Eles investem em brinquedos para todas as idades, como o videogame”, explica.

INVESTIMENTO INICIAL: um bufê com 300 m2 exige R$ 250 mil e um médio, de 500 m2, R$ 400 mil.
PRAZO MÉDIO DE RETORNO: 24 a 40 meses


DÁ PARA ESPREMER >>> O setor de sucos se beneficia da onda de saúde e mantém crescimento médio de 5% ao ano, segundo o Sebrae. Uma das vantagens é o valor inicial relativamente baixo. O problema é a sazonalidade. As vendas podem cair 40% no frio. Durante o verão, o faturamento chega a R$ 20 mil no mês.

INVESTIMENTO INICIAL: R$ 30 mil para uma loja de 30m2 a 50 m2
PRAZO MÉDIO DE RETORNO: 24 a 30 meses

Produção industrial cresce pelo nono mês consecutivo, mostra IBGE

Alta foi de 0,8% em setembro frente a agosto.Setor, no entanto, ainda não recuperou perdas sofridas no final de 2008.

A produção da indústria nacional registrou em setembro seu nono mês consecutivo de alta, mostrou nesta terça-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com agosto, a alta foi de 0,8%. Foi o segundo mês consecutivo, no entanto, em que o crescimento perdeu força: em julho, a alta ficara em 2,2%, e em agosto, em 1,2%.

Segundo o IBGE, a indústria acumula ganho de 14,6% desde janeiro. Mas esse crescimento ainda não recuperou as perdas registradas no final de 2008: na comparação com os primeiros nove meses do ano passado, o setor tem queda de 11,6%. Entre meses de setembro, a perda é de 7,8%. No terceiro trimestre de 2009, o resultado também foi negativo frente a igual período do ano anterior (-8,3%), mas positivo frente ao segundo trimestre (4,1%), na série com ajuste sazonal.

Máquinas e veículos

Na passagem de agosto para setembro, os destaques de alta vieram de máquinas e equipamentos e veículos automotores, que cresceram, respectivamente, 5,8% e 3,5%. As principais pressões negativas vieram de refino de petróleo e produção de álcool (-4,7%) e alimentos (-1,0%). Dos 27 ramos pesquisados, o IBGE apontou alta em 17 nesta comparação. Na relação com setembro de 2008, no entanto, a produção industrial recuou em 21 dos 27 setores, com veículos automotores registrando o maior impacto negativo, com queda de 16,6%, seguido por máquinas e equipamentos (-20,0%) e metalurgia básica (-13,1%).

Fonte: http://g1.globo.com/

Padarias passam ilesas pela crise

Padarias passam ilesas pela crise

O setor deve crescer 13% neste ano e faturar R$ 50 bilhões

Por Ana Cristina Dib
Banco de imagens

O pão francês ainda é o produto mais vendido na maioria das padarias brasileiras, porém, nos últimos nove anos, o setor passou por várias mudanças e hoje é comum o consumidor fazer refeições no local e comprar uma série de itens, como vinhos e legumes, que antigamente só eram encontrados nos supermercados, mercearias ou em lojas especializadas. Padarias se tornaram centros de conveniência e gastronomia. A reinvenção trouxe resultados positivos e fez com que o segmento passasse ileso pela crise mundial.

Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria da Panificação e Confeitaria (Abip), neste ano as vendas devem crescer 13% em relação a 2008, com um faturamento em torno de R$ 50 bilhões. “Não tivemos crise e os bons resultados são conseqüência da estabilidade econômica do Brasil, do aumento do poder aquisitivo da população e de uma série de iniciativas criadas pelo Programa de Apoio à Panificação (Propan)”, afirma Alexandre Pereira, presidente da Abip.

Pereira diz que o Propan ajudou os empreendedores a aprimorar o modelo de gestão. Das 64 mil panificadoras existentes no país, 5 mil foram capacitadas pelo programa, que tem como foco incentivar inovações, melhorar a qualidade dos produtos e serviços oferecidos pelo setor e qualificar empresários para que exerçam corretamente a gestão financeira e administrativa do negócio. Embora o número seja relativamente pequeno, o impacto foi extenso porque as padarias que não passaram pelo treinamento se viram obrigadas a mudar para não perder a clientela. O presidente da associação afirma que o fim do preço tabelado do pão e a construção de moinhos por grandes grupos também contribuíram para a consolidação do segmento.

Desafios do setor

O mercado está em crescimento e tem potencial para expandir. Entretanto, Pereira diz que um dos desafios do setor é aumentar o consumo de pão. Atualmente, cada brasileiro consome, por ano, 33,5 quilos. No Chile, por exemplo, a quantidade é superior a 90 quilos ao ano. A Organização Mundial de Saúde (OMS), recomenda que a ingestão per capita anual seja de 60 quilos.

Outra questão que deve ser observada é a mudança no comportamento dos consumidores. Eles estão cada vez mais exigentes e seus desejos devem guiar as ações das empresas que almejam ser bem-sucedidas.

Também é importante aumentar a fabricação de produtos próprios. As panificadoras viraram comércios e aumentaram a venda de itens de conveniência, mas os empreendedores não podem se esquecer da origem industrial do negócio. “A padaria só é viável se produzir, no mínimo, 50% do que é vendido. Os produtos próprios dão uma margem bruta maior, superior a 30%”, diz Pereira.

Fonte: http://revistapegn.globo.com

Manifesto Cluetrain

Você já ouviu falar do manifesto Cluetrain?

O Manifesto Cluetrain apareceu na rede em 1999. Isto pode soar estranho para você, o que um manifesto de 1999 tem a ver com os dias de hoje e a sua empresa?
Esse manifesto trouxe um novo enfoque para as conversações online.
O Manifesto é a reunião de 95 testes em organizadas na forma de manifesto que trata da relação empresa-mercado a partir das conexões da Web.
Como era de se esperar, tanto os funcionários de uma empresa, como os seus consumidores, cada vez ficaram e ficam mais antenados e informados com a grande ajuda da internet. Isso possibilita uma maior interatividade entre elas (o que em antigos métodos de se fazer negócio não era considerado).
Isso implicou em uma nova maneira de trabalhar, pois “obrigava” todo e qualquer trabalhador a se organizar a parir desse novo mundo (isso a 10 anos), pois caso contrário não conseguiria ter uma efetiva participação no mercado.

Leia as 95 teses do manifesto no link original abaixo.

http://www.cluetrain.com/portuguese/index.html

Sistema FIEP lança novo portal sobre inovação!

A Feredação das Indústrias do estado do Paraná lançou um novo portal sobre INOVAÇÃO.

Atualmente, a competitividade acirrada e as mudanças constantes na maioria dos setores produtivos exigem INOVAÇÃO. E, para alcançar a plenitude nesse cenário, os caminhos são simples e práticos.

Um portal exclusivo, iniciativa do Sistema FIEP e fruto da união de diversas instituições parceiras, onde você poderá encontrar informações, cases, vídeos, notícias e muito mais sobre esse conceito empresarial, aplicando novas ideias e transformado-as em sucesso.
Aproveite esse espaço interativo para trocar experiências e contribuir para a disseminação de ideias inovadoras.

http://www.redeinovacao.org.br/

Lucro Puro - Um bom caso de empresa!


Marcos Leta deixou a carreira no mercado financeiro para abrir a Do Bem, primeira a industrializar sucos 100% naturais, sem adição de água, açúcar ou conservantes

Por Fernanda Tambelini


Marcos Leta, da Do Bem, do Rio de Janeiro


Hoje em dia, o empresário Marcos Leta, 26 anos, só usa gravata para decorar a sala do seu escritório, no Rio. Devidamente emoldurada, a peça é um lembrete dos tempos em que ele atuava no mercado financeiro. Tempos que ficaram para trás, antes que o ex-administrador de empresas tivesse uma ideia inovadora e fundasse a Do Bem, fabricante de sucos sem aditivos.


'Como chegava do trabalho muito tarde, parava para jantar em uma casa de sucos no Leblon. Foi ali que comecei a me questionar se seria possível pôr somente frutas frescas nas caixinhas de suco. Em 2006, saí do mercado financeiro para transformar minha ideia em realidade. Visitei produtores rurais pelo Brasil e viajei para diversos países, para conhecer as tecnologias disponíveis na indústria de bebidas. Em 2007, abri as portas da Do Bem. O maior diferencial da minha empresa, de 30 funcionários, é o uso exclusivo de frutas frescas, sem água, açúcar, conservantes, corantes, aromas, sucos concentrados ou polpas congeladas. Escolhemos as melhores matérias-primas e fazemos um blend de safras para chegar a um padrão de sabor. Por isso, nossa caixinha de 1.000 ml custa 30% a mais que as marcas líderes do mercado. Começamos a vender em embalagens Tetra Pak em dezembro do ano passado. Hoje, já produzimos cerca de 100 mil litros por mês. Em 2009, vamos chegar a 800 mil litros mensais e expandir nossa atuação para São Paulo, Minas Gerais e o Sul do país. Espero faturar oito vezes mais em 2009, além de recuperar o que investi em quatro anos.'

Fonte: PEGN

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Brasil é um dos países com maior espaço para crescimento do comércio eletrônico


Mais de 70% dos brasileiros usam sites especializados em comparar preços de mercadorias na internet
Por Elisa Campos


Ainda incipiente no Brasil, o comércio eletrônico promete crescimento acelerado para os próximos anos. Atualmente, apenas cerca de 2% dos consumidores brasileiros fazem compras em canais que não as lojas tradicionais. A pequena participação do e-commerce (internet, celular e TV interativa) no mercado contrasta com seu potencial. “O Brasil é o país com maior a propensão a absorver os canais digitais”, afirma Luiz Góes, sócio-sênior da consultoria especializada em varejo Gouvêa de Souza. A conclusão faz parte de uma pesquisa realizada pela empresa neste ano, com 6 mil entrevistados em 11 países (Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Portugal, Reino Unido e Romênia).

O estudo apontou que, ao contrário dos demais pesquisados, no Brasil, o principal motivo apontado para não comprar pela internet é a insegurança em passar dados bancários ou de cartão de crédito pela internet, o que é contornável, enquanto nos outros países é o gosto por ver, tocar e sentir o produto antes de levá-lo para casa.

Os brasileiros também parecem mostrar uma maior receptividade à publicidade nas mídias eletrônicas. Cerca de 40% deles (42%) disseram estar dispostos a receber propaganda pelo celular. No mundo, esse percentual cai para apenas 8%. O uso da internet é outro motivo que coloca o Brasil entre os países com maior crescimento potencial no segmento nos próximos anos. Dentre os países analisados pelo estudo, 52% dos consumidores afirmam usar sites especializados, como Mercado Livre e Buscapé, para comparar preços na internet. Aqui, quase dois terços (73%) dos internautas usam essa ferramenta na tentativa de economizar. É o terceiro maior percentual registrado pela pesquisa, atrás apenas de Austrália e Reino Unido. Ainda tem mais: 53% dos brasileiros dizem se sentir desapontados se suas lojas preferidas não vendem pela internet, enquanto 57% projetam que lojas sem website não existirão no futuro.

Mudanças à vista
“Passa a ser uma necessidade vender também na internet. O varejista tradicional precisa começar a olhar para os outros canais com carinho. O mundo vai começar a comprar de maneira diferente”. Diante dessa evolução, a relação entre os fornecedores, varejistas e consumidores irá passar por profundas mudanças. “Antes de comprar, o consumidor usa a internet para pesquisar os preços e as características. Isso deve levar à queda da rentabilidade dos varejistas”, afirma Marcos Gouvêa de Souza, diretor geral da consultoria. O novo canal exigirá muito da capacidade de negociação das empresas. Neste novo cenário, outra mudança será a crescente influência das redes sociais. O boca a boca digital deverá fazer com que a internet passe a concorrer com o marketing tradicional e a mídia de massa, forçando as empresas a reverem suas estratégias de comunicação, avalia a consultoria.

Expansão
A previsão é que todas as categorias de produtos passem pela ampliação do consumo pelo mercado eletrônico. No caso de alimentos, 28% dos que não compram hoje em dia por meios digitais dizem que passarão a fazê-lo dentro de dois anos. O mesmo ocorre para eletroeletrônicos, com 21%, beleza, com 20% e com vestuário, calçado e acessórios, com 19%. Segundo o estudo da consultoria, existe uma relação entre o PIB per capta de um país e o fortalecimento do mercado eletrônico. Quando o PIB chega a cerca de US$ 35 mil por habitante por ano, o e-commerce passa a apresentar um crescimento exponencial. Mantido o ritmo atual, o Brasil chegaria a esse patamar dentro de seis anos, duplicando o valor do PIB atual. Foi exatamente isto que o país fez nos últimos seis anos, de 2002 a 2008, quando o produto interno bruto cresceu 1,93 vezes.

Fonte: Revisa Época - Negócios

PDV - Ponto de Venda

Uma pesquisa realizada indicou que somente 15% dos consumidores tem marca e produto definido para realizar a compra, ou seja saemd e casa com a compra definida e 85% das pessoas decide a compra no ponto de venda.

Dependendo da experiência do cliente com o local, atendimento e qualidade decide se a compra é feita.

Você já deve ter passado por esta experiência de entrar em uma loja, não ser bem atendido e desistir da compra ou ser muito bem atendido e voltar a comprar na loja.

Saiba mais informações sobre como melhorar a impressão da sua loja\empresa.

Entre em contato com a Ciclo Consultoria!
Mande um email: Contato

Dia 9 de setembro!



Dia 9 de setembro! Dia do Administrador.

A Ciclo Consultoria parabeniza a todos os administradores, aqueles que geram riquezas, trabalhos e dedicam suas vidas a tornar as empresas melhores e mais humanas!

Parabéns a todos os adminitradores!

Modelo de gestão

Também como as pessoas, cada empresa desenvolve sua personalidade própria, fruto de sua história, das crises pelas quais passou em sua vida, do estilo gerencial de cada líder que teve, dos objetivos dos acionistas/cotistas e assim por diante.
Todos sabemos que as empresas são organismos vivos, compostos de pessoas, que nelas misturam emoções, sentimentos, ansiedades, alegrias e quantas mais manifestações humanas.Também como as pessoas, cada empresa desenvolve sua personalidade própria, fruto de sua história, das crises pelas quais passou em sua vida, do estilo gerencial de cada líder que teve, dos objetivos dos acionistas/cotistas e assim por diante. Dizem, os estudiosos, que desse conjunto de características e episódios forma-se a “cultura organizacional”, código não escrito que estabelece o certo e o errado, os valores, a ética e assim por diante.A cultura organizacional das pequenas e médias empresas se estabelece, muito fortemente, a partir da personalidade do seu dono ou dos sócios, que a marcam indelevelmente. Nas grandes empresas a cultura “da casa” se molda mais a partir de eventos e episódios históricos do que a partir de pessoas e suas características.Qualquer que seja o porte, toda empresa terá a “sua” cultura organizacional que efetivamente comandará sucessos e insucessos, virtudes e defeitos, comportamentos aprovados e condutas incompatíveis.Os modelos de gestão eficazes ou ineficazes têm muito a ver com a cultura organizacional das empresas. Um executivo de sucesso em empresa grande que pretenda assumir uma empresa pequena ou média deverá avaliar, com muita clareza, a cultura organizacional local, para saber que estilo de liderança adotar e como conduzir sua gestão.Com muita freqüência se encontram empresas pequenas ou médias em que o modelo de gestão, aprovado pela cultura da casa, pode ser chamado de gestão por “paixões e reações”, significando que a organização informal prevalece sobre a organização formal, que as personalidades se sobrepõem à burocracia e que o padrão é estabelecido sobre termos como lealdade, dedicação e antiguidade e a liderança é relativamente feudal e paternalista.As grandes organizações por seu turno, muitas vezes adotam um modelo de gestão que se caracteriza por “objetivos e resultados”, com a organização formal privilegiada sobre a organização informal e onde organogramas, manuais, planos e programas são a estrutura básica e onde se premiam conceitos como delegação, comunicação, iniciativa e mérito medido por resultados. Nesse modelo, a liderança é, em geral, mais democrática e participativa.Não se pode, obviamente, estabelecer que “gestão por paixões e reações” é mais eficaz do a “gestão por objetivos e resultados” ou vice-versa. Lastreado quase sempre em uma história personalista do fundador ou da família, o primeiro modelo pode ser extremamente eficaz para os primeiros momentos da empresa, para sua sobrevivência inicial e até um certo ponto do seu crescimento. O grande problema, em muitos casos, é que a liderança empresarial não percebe o momento em que é preciso começar a mudar para o outro modelo e se mantém presa ao modelo anterior, sem perceber que a própria cultura da casa já sugere mudanças necessárias para enfrentar o crescimento. A pior situação é a da “grande pequena empresa”, administrada por paixões e reações quando já alcançou porte e significação mas continua sendo administrada de forma feudal e paternal.O que se recomenda ao empresário ou dirigente é que esteja muito atento para o modelo de gestão mais compatível com sua organização. Leve em conta a cultura organizacional para não tentar fazer mudanças que depois serão combatidas pela “Casa”, mas vá mudando o modelo com competência. Nenhuma empresa cresce e garante sucesso, no tempo, mantendo-se no modelo que privilegia o informal e o feudal.


Laerte Cordeiro




Um projeto iluminado



As lâmpadas fluorescentes sempre foram desprezadas pela indústria da reciclagem. José Lepri descobriu um jeito de reaproveitá-las e ganhar dinheiro com isso
Por Elisa Corrêa



José Lepri, da Lepri Cerâmicas, de São Paulo (SP)
Uma lâmpada apagada também pode ser sinônimo de uma boa ideia. Foi pensando assim que a Lepri, uma pequena empresa de revestimentos cerâmicos, conseguiu chamar a atenção de um gigante: o McDonald's, que acaba de inaugurar o primeiro restaurante ecológico da rede na América Latina, em Bertioga, no litoral paulista. Na construção foram usadas as Ecopastilhas feitas com lâmpadas fluorescentes recicladas, desenvolvidas pela empresa. Como a Lepri chegou lá? Pensando diferente. 'Se a nossa empresa é pequena, por que produzir algo que as grandes já fazem?', questiona o proprietário, José Lepri. 'O pequeno empreendedor tem que fabricar seu produto com uma qualidade melhor que o da grande corporação e ainda oferecer um diferencial.'
A Lepri descobriu um excelente filão num elo desprezado pela indústria de reciclagem. Estima-se que, dos 100 milhões de lâmpadas fluorescentes descartadas por ano no Brasil, apenas 6% sejam reciclados. O índice de reaproveitamento de outros materiais é bem superior: 44% em embalagens de vidro; 73% em alguns tipos de papéis; 87% em embalagens de alumínio. Em 2005, depois de um ano e meio de pesquisa e desenvolvimento, a Lepri lançou uma linha de pisos com vidro de lâmpadas na composição do esmalte. O sucesso da inovação deu ao empresário o estímulo para apostar em novos produtos, como as Ecopastilhas, que levam até 20% de vidro moído na massa. Hoje, a produção de revestimentos ecológicos da empresa é de 5.000 metros quadrados por mês, mas na fábrica, onde trabalham 49 funcionários, já existe capacidade instalada para produzir, mensalmente, até 120.000 metros quadrados de Ecopastilhas em 2009.
Para tocar a produção, todo mês a Lepri compra cinco toneladas de vidro de uma empresa que recicla lâmpadas fluorescentes em Paulínia, interior de São Paulo. Apesar de ser mais barato, esse vidro não é padronizado e exige da Lepri investimentos em testes de laboratório para adequar o material à linha de produção. Mas há compensações: o vidro adicionado à massa diminui a temperatura de queima da cerâmica e permite a redução de até 15% no consumo de gás durante a produção.
As Ecopastilhas chegam às lojas com um preço similar aos produtos convencionais da mesma faixa de mercado (de alto padrão). 'Nosso atrativo está em vender nosso produto a um preço normal, com o diferencial ecológico', diz José Lepri. O empresário não revela o faturamento, mas afirma que, no ano passado, a Lepri cresceu 9% em relação a 2007. A promessa para o futuro continua verde: 'Daqui para a frente, todo novo produto criado pela Lepri será ecológico.' E lucrativo.
DA LÂMPADA À CERÂMICA
1>>> Uma lâmpada fluorescente tem cerca de 40 elementos químicos, com diferentes graus de toxicidade, como mercúrio, chumbo e zinco.2>>> Quase todas as lâmpadas acabam descartadas nos aterros sanitários e podem contaminar o ambiente.3>>> Quando reciclados, os componentes da lâmpada são separados e descontaminados. Depois eles podem ser reutilizados como matéria-prima.4>>> Depois de moído e trabalhado em laboratório, o vidro das lâmpadas é usado na massa e no esmalte dos revestimentos da Lepri.
O Brasil é um celeiro na área de produtos de construção sustentáveis e a maioria deles é criada por micro e pequenas empresas. É o que afirma o consultor em ecoprodutos e sócio-proprietário do Instituto para o Desenvolvimento da Habitação Ecológica (IDHEA), Márcio Augusto Araújo, que dá algumas dicas para os empresários que querem conquistar o mercado.
- Prepare-se para enfrentar profissionais bem informados, que exigem normas e especificações técnicas do produto.
- Pratique a sustentabilidade para poder entender o universo do seu cliente.
- Invista em tecnologia e melhoramento. Não basta ser ecológico, tem que ter qualidade.


Você tem Foco?


"O pequeno empresário tem que ser paranóico por encontrar o seu cliente ideal, o seu nicho ideal, a sua comunicação ideal, a sua política de preços ideal. Além de continuar o processo de lapidação das pessoas ideais, metodologia ideal e presença ideal. "
Hoje me deparei com este trecho de um texto da BIZREVOLUTION, e me questionei quanto tempo perdemos por não termos foco nos negócios e o quanto de objetvos conseguimos alcançar.
Como sempre escrevo, a Ciclo Consultoria busca a excêlencia em getão de negócios, sua empresa deseja crescer ou ficar parada no tempo e ser engolida pelo mercado?!
PENSE NISSO!

CRM: Fidelizar para vender mais e melhor...


Após escrever o artigo “CRM: Quanto vale fidelizar seus clientes?” percebi o grande interesse das empresas em encantar o cliente, foram mais de 200 visitas em apenas alguns dias.


Acredito que todas as empresas esperam encantar o cliente, ter o cliente exclusivamente para si e a cada dia vender mais e mais.


È possível isto? Você pode se perguntar.


Para ter sucesso em vendas qualquer empresa deve implantar algumas ferramentas de gestão essenciais.O mercado é cruel e não permite espaço para o amadorismo, a maioria das empresas fecha as portas antes de 2 anos de funcionamento, algumas conseguem sobreviver no mercado as trancos e barrancos. Mas o que isso tem a ver?

A empresa por sua existência deve buscar a excelência em gestão, implantar ferramentas que potencializem a geração de receitas da empresa.

Se a empresa não tem um planejamento, ou metas, como podem desejar crescer se não sabe para onde quer ir.Se não foca seu negócio, pode estar perdendo tempo e dinheiro com propagandas ao vento ou produtos que não giram no estoque.

Uma empresa que não conhece seus clientes, dificilmente conseguirá melhorar suas vendas.

È necessário ter diferenciais competitivos no mercado em que atua, comparar sua atuação com os concorrentes, ter uma estrutura de vendas e principalmente fidelizar, ou seja, ENCANTAR seu cliente, seja ele alguém que entra na loja ou comércio pela primeira vez ou seus clientes habituais.

Não podemos esquecer os clientes externos como parceiros e fornecedores que a cada dia estão mais integrados e participam uns dos outros no sucesso dos negócios. Uma boa experiência disto é o SCM ( Supply Chain Management ou gesão de cadeia de fornecedores.) em que falarei em outro momento.

Podemos identificar que algumas ferramentas e atitudes são necessárias para a boa gestão do negócio, algumas delas são:

 Posicionamento
 Metas
 Mapeamento dos clientes
 Essência Competitiva
 Transformação de clientes
 Análise do mercado
 Plano de ação

Logicamente que algumas ferramentas não irão revolucionar sua empresa da noite para o dia, mas com certeza seu negócio vai vender mais e melhor, pois estará preparado para o mercado e poderá oferecer aos seus clientes o que eles esperam.

PENSE NISSO! Envie um email e saiba melhor como utilizar estas ferramentas de gestão de negócios. Contato

Meta Superada

Um bom artigo da INDG sobre consultoria e metas.

http://www.indg.com.br/noticias/noticiaMetaSuperada1.asp

Falta de Comunicação

Muitas vezes os clientes não são ouvidos de forma adequada e as empresas não estão preparadas.


Sua empresa está pronta para a Excelência em Gestão...

É proativa ou reativa???







Como você controla as finanças do seu empreendimento?



Quantos empreendimentos fecham as portas por falta de planejamento financeiro?
Ao ser criada uma empresa, seus proprietários objetivam desenvolver determinado negócio buscando não só atender necessidades específicas, mas também gerar empregos, trazer benefícios à comunidade como um todo e obter uma remuneração do capital investido no novo empreendimento.
Mesmo com base nesses ideais e responsabilidades, muitas empresas esquecem de controles financeiros básicos como:
* Fluxo de caixa (Projeção).
* Movimento diário (entradas e saídas).
* Controle bancário* (Depósito e pagamentos).
* Acompanhamento de estoques.
* Estrutura gerencial de resultados.
Segundo pesquisas do Sebrae, metade das empresas fecham as portas antes de completar 2 anos.
Como está seu controle financeiro?
Entre em contato conosco, INVISTA em consultoria e VALORIZE sua EMPRESA!

Qual é seu modelo de gestão?











Diferentemente do modelo de negócio, que determina como uma empresa gera dinheiro, o modelo de gestão define o trabalho gerencial na organização.
Pode-se afirmar que “Qual é seu modelo de gestão?” é a segunda pergunta mais importante que um gestor deveria se fazer, depois de saber qual o negócio de sua empresa. Há quatro modelos principais de gestão, classificados segundo o grau de controle exercido sobre os meios e/ou sobre os fins: modelo de planejamento, da busca, científico e da descoberta.


Motivação & Produtividade

Uma pesquisa realizada pelo investigador americano Richard Barret, nos Estados Unidos, apresenta algumas conclusões que demonstram a importância da motivação no aumento da produtividade. Os empregados motivados produzem, pelo menos, duas vezes mais que os apáticos. Esta diferença aumenta com a complexidade da profissão. Assim, em atividades de reduzida complexidade, a produtividade dos funcionários motivados é 52% maior do que aqueles que têm um incentivo considerado mediano. Em atividades de média complexidade, a diferença aumenta para os 85%, enquanto que em empregos de elevada complexidade esse valor ascende aos 127%. Comparando os colaboradores muito motivados com os pouco motivados, a diferença de produtividade é avassaladora: 300% nos empregos pouco complexos e 1200% em atividades de média complexidade. Nas funções de alta complexidade, os valores são tão elevados que os investigadores não os conseguiram contabilizar.
Fonte: Você S.A.




Se a motivação gera RESULTADO por que muitas empresas NÃO FAZEM?


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Você se preocupa mais com o problema ou com a solução?



Uma piada, mas demonstra a realidade de algumas empresas em



O Sujeito Vai no Psiquiatra...

- Doutor - diz ele - estou com um problema. Toda vez que estou na

cama, acho que tem alguém embaixo. Aí eu vou embaixo da cama e acho

que tem alguém em cima. Prá baixo, prá cima, prá baixo, prá cima.

Estou ficando maluco!

- Deixe-me tratar de você durante dois anos - diz o psiquiatra - Venha

três vezes por semana, e eu curo este problema.

- E quanto o senhor cobra? - Pergunta o paciente.

- R$ 120, 00 por sessão - responde o psiquiatra.

- Bem, eu vou pensar - conclui o sujeito.

Passados seis meses, eles se encontram na rua.

- Por que você não me procurou mais? - Pergunta o psiquiatra.

- A 120 paus a consulta? Um sujeito num bar me curou por 10 reais.

- Ah é? Como? - Pergunta o psiquiatra.

O sujeito responde:

- Ele me disse para cortar os pés da cama.


As vezes a solução é mais simples do que imaginamos!

Ciclo Consultoria





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